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CRUSADER |
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TRINITY |
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GRUDGES CLAW |
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WRETCH |
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MYLIDIAN |
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CELLADOR |
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VIRON |
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DESTYNATION |
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EMERGENCY GATE |
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BLACK STEEL |
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ASTRAL DOORS Astralism Locomotive Records – imp. Mais um grande disco desta grande banda sueca. Ainda eles mantém aquela veia influenciada por Rainbow, Black Sabbath fases Dio e Tony Martin. Se Evil Is Forever não foi um sucessor à altura do magnânimo Of The Son Of The Father, em Astralism a banda fez quiçá, seu melhor trabalho, quebrando a síndrome de bandas novas que surgem com explosão e se apagam no segundo ou terceiro disco. EVP abre num petardo, seguida da Rainbow total, Black Rain. London Caves, a melhor do disco, poderia estar em qualquer disco da carreira solo de Dio, com um refrão Hard (esta música poderia fazer parte de alguma propaganda de cigarro dos anos 80). Israel é lenta, pesada e dramática, Raiders Of The Ark segue a linha de London Caves, já mostrando um estilo próprio da banda em cima destas influências todas (quase sempre as músicas começam com o vocalista falando alguma frase-desfecho da música). Tears From A Titan é Sabbath puro, lenta a quebrada, e Oliver Twist também, mas cheia, baixo grosso, anos 70. Encerando, Apocalypse Revelead é melancólica, desesperançosa, dramática, soberba! Desde já um dos candidatos a disco do ano! JCB – 10 |
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PAINMUSEUM Metal For Life C.M.M. Entertainment – imp. Power Metal dos anos 80, ou atual e moderno True Metal, só que verdadeiro mesmo! A banda é um achado, com jeans, couro, tarraxas, cintos de bala e tudo o mais que você possa imagina dentro do estilo! A banda faz aquele Power oitentista, que se fundia com o Heavy Tradicional e com o Thrash (lembra bandas da época em que você não sabia se era Thrash, Power ou Heavy?). Aí olho o encarte e o release e vejo que quem forma a banda é nada menos do que: Metal Mike Chlasciak (G/Halford, Testament), Steve DiGiorgio (B/Testament, Death, Sadus, Iced Earth), Bobby Jarzombek (D/Halford, Iced Earth, Riot) e Tim Claybone (V/Hatred)! Metal For Life foi produzido por Roy Z (dispensa apresentaçãoes) e masterizado por James Murphy! E o CD ainda conta com alguns backings por conta de Joe Comeau (ex- vocal do Annihilator e ex-guitar do Overkill). Pô, puta apelação! Sendo assim, como um disco destes não poderia dar certo? Corra atrás do seu, porra! JCB – 9,0 |
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BLACK ROSE Explode Independente – imp. Embora tenha raízes fincadas no Heavy Metal Tradicional e influências claras da NWOBHM, eles não são aquela banda inglesa que fez parte deste movimento. Eles vem da Suíça e tiveram até seu CD homônimo lançado por aqui via Rock Brigade Records! Aqui, em Explode, com uma capa horrível (vamos caprichar mais, pessoal!), temos uma banda bem mais madura, ciente de que caminho quer trilhar, abandonando de vez qualquer lastro com o Power Metal moderno e abraçando de vez a causa do Heavy Tradicional! A faixa-título abre já mostrando essa mudança! O vocal lembra muito Blaze Bayley (mas lembra muito mesmo, quase igual) e o instrumental, um pouquinho o Iron Maiden nas fases obscuras (fase Blaze e das guitarras sintetizadas, sem que as guitarras aqui tenham sintetizador), como On Your Knees, além de várias citações à música clássica nos solos. Into The Night apresenta algo Hard, quase AOR, das saudosas propagandas de cigarro dos anos 80! On The Run te dá uma sensação de deja-vu constante. Já Love Will Never Die tem uma gingada, um swingue especial, meio lenta, meio maliciosa, lembrando o jeito de Nightmare do Saxon. Enfim, Explode é uma explosão de Heavy Metal Music! JCB – 8,5 |
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NICODEMUS Vanity Is A Virtue Sonic Age – imp. Caralho, que CD! Que banda! Revelação total, pena que ninguém no Brasil irá lançar e é totalmente desconhecida por aqui! Ta bom, não trás nenhuma novidade, nem originalidade, mas a mistura de influências e as composições são sensacionais! A banda é em suma Heavy Metal, com variações que vão o Melódico, Power, Tradicional, Hard, Prog e etc. Até aí, tem milhares de bandas no mundo que faz isso, mas não com o empenho e talento do Nicodemus. Benighted é um Stratovarius mais pesado, envolvente e cativante, Negative Ions tem teclados góticos e muito peso, com guitarras lascivas, melodia caótica e quebradeira de ritmos à Symphony-X. Pyramidian é mais Prog mesmo, enquanto Reason & Relapse tem até algo de AOR, só que com backings guturais misturados os limpos principais! Ah, Vanity Is A Virtue tem um defeito: só tem sete faixas! De resto é perfeito! JCB – 9,0 |
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EUROFORCE Euroforce Sonic Age – imp. Banda grega como a maioria (não todas) do selo Sonic Age, selo especializado no verdadeiro Heavy Metal dos anos 80, sejam bandas novas, bandas antigas, ou bandas novas formadas por músicos antigos. Mais uma banda do grego Theodore Ziras, um renomado guitarrista multi-bandas local (será que é lugar comum isso na Grécia? Pois ele é uma mais Underground do Gus G., seu patrício. Seria por serem do país da Filosofia que eles curtem fazer os lances com um monte de gente, mas sempre sozinhos, ao mesmo tempo?). Este projeto é o primeiro trabalho não instrumental, ou seja, com vocais, como se fosse uma banda de verdade. Digo como se fosse, pois no clipe da música Ubiquitous (praticamente só ele aparece, veja no site da banda as fotos do clipe – será que ele precisa mostrar que só ele é bom?). Um pena, pois quem canta aqui é Jiotis Parcharidis, vocal do bom Human Fortress. Afinal, um bom disco de Heavy Power Metal. RS – 7,0 |
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FACES OF BLACK The Beckoning Independente – imp. Banda de Hard’n Power Heavy que, embora tenha momentos mais viajantes à The Gathering, nos momentos pesados rememora o melhor das bandas femininas dos anos 80 e 90, como Doro, Warlock, Leather e Nymphys. Destaques para a faixa-título e Streets deste EP de sete faixas. JCB – 7,0 facesofblack@yahoo.ca |
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ANTHENORA Soulgrinder My Graveyard Productions – imp. Boa banda italiana de Power Metal. Mas espera aí! Power Metla mesmo, nada da Heavy Melódico tarantélico! É um Power sem originalidade sim, mas honesto e sem também falar de dragões, espadas e castelos, mas de temas diversos! Faixas como Order Of Hate, Fatherland e a faixa-título são matadoras de um bom Heavy Metal sem frescuras e medievalismos! RS – 7,5 |
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RAM Forced Entry Black Path – imp. A banda é sueca, mas é uma mescla do Metal inglês (Judas Priest nos momentos mais pesados, como os últimos álbuns feitos com Halford e da era “Ripper” Owens) com o alemão. Este disco já foi resenhado por nós antigamente, mas agora foi relançado com nova capa e algumas faixas a mais, então, batemos nosso cartão, divulgando a banda mais uma vez, por nos ter enviado outro disco, que é igual ao anterior, mas diferente. Entendeu? Nem eu. RS – 7,0 |
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SPHERIC UNIVERSE EXPERIENCE Mental Torments Nightmare – imp. Heavy Metal com toques Progressivos francês estilo Dream Theater. Esta frase já resume tudo o que você vai encontrar aqui pois, infelizmente, apesar da França ser um dos maiores, senão o maior mercado para o Rock e Metal Progressivo, suas bandas não reproduzem a altura a ânsia que o seu país procura (quem nem o futebol espanhol, que tem os maiores times e jogadores do mundo, que são estrangeiros, pois os próprios espanhóis não são uma potência no esporte). Passo. RS – 5,0 |
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PYRAMAZE Legend Of The Bone Carver Nightmare – imp. Heavy Melódico comum. Bom, porque fica longe daqueles extremos de bumbos a velocidade da luz, vocais interminantemente agudos e zilhões de notas por segundo, ruim porque não arrisca nada de novo. Apenas uma boa banda do estilo. Embora Legend Of The Bone Carver seja até um disco relevante, ele cansa em sua metade. Faixas como The Birth, What Lies Beyond e She Who Summoned Me são boas e valem o disco, ao menos para uma rápida audição. JCB – 7,0 |
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RICCOCHET Love & Pain Independente – imp. Boa banda alemã que faz o típico Metal teutônico. Pena que Love & Pain é mal gravado. O baixo muitas fica na cara, se sobrepondo às guitarras que por vezes embolam e a bateria você quase não consegue ouvir (você deduz quando é um bumbo, um prato supondo que ouve a caixa, pela marcação rítmica). Mas a banda é boa, fugindo de todos os clichês de que temos na cabeça hoje, quando ouvimos uma banda alemã. Fells Like Fire abre bem o CD, com Hungry For Your Love sendo tirada dos anos 80 numa máquina do tempo. Heartbreak Machine mostra um lado Hard Rock muito forte da banda, justificando como ela consegue ser envolvente mesmo num CD mal produzido (mas bem tocado). Em Going Under isso se confirma e que música! Enfim, o Riccochet não vai mudar sua vida nem salvar o Metal (até porque este não precisa de salvação, pois vai muito bem, obrigado). Mas dentre tanta porcaria saindo hoje em dia, temos uma banda ao menos legal. JCB – 7,5 peter@riccochet.de |
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KALEDON Chapter 3: The Way Of The Light Mythic Silence – imp. O Kaledon surgiu na efervescencia do Power Metal Melódico Italiano, quando surgiram centenas de bandas do estilo. Na verdade, muitas bandas já existiam, mesmo que no Underground, mas com o sucesso do Rhapsody, o país ganhou mais espaço na cena. O Kaledon foi uma delas, já se mostrava uma das mais relevantes e foi uma das poucas que sobrou. Seu debut, Legend of the Forgotten Reign, foi até lançado no Brasil, via Megahard e neste Chapter 3, a banda mostra o mesmo Power Metal algo épico, algo melódico e se depender deste The Way Of The Light, a banda não sairá da mesma. Se você tyem fetiche por bandas épicas italianas, continue curtindo o Kaledon, senão, pule fora, pois é indicada apenas para estes fãs die hard desta cena que por alguns anos, chacoalhou o Metal mundial. RS – 7,0 |
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HONEY FOR CHRIST The Darkest Pinnacle Of Light Rundown Records – imp. A capa e logotipo podem sugerir uma banda Black ou ao menos Gótica. Ledo engano. O nome da banda também é infeliz, e o som da banda não agrada. Outra coisa, Heavy Metal tradicional tocado por um trio também não cola. Em shows, a sensação performática perde muito e musicalmente, a banda fica limitada também. De atrativo, a banda vem da improvável Irlanda do Norte, e até ao cantar, pela pronúncia de um inglês mais “arrastado”, prejudica melodicamente as composições. Serve como aperitivo por colecionadores do gênero. RS – 6,0 |
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HORSE CALLED WAR Tainted America Independente – imp. Muito tem se falado da NWOAHM (New Wave Of American Heavy Metal) e a mídia ianque tem tentado colocar esta banda nesta toada. Isto é positivo, pois mostra que os EUA está acordando para o verdadeiro Heavy Metal. A mídia pesada começa a dar mais espaço, os fãs aumentam gradativamente, bandas antigas retornam, as que continuaram na ativa ganham mais força, e novas bandas surgem. Acontece que, quando o Heavy Metal estava “morto”, a cena européia não parou em nenhuma instância (fãs, imprensa, bandas, selos, embora tenha dado uma diminuída nesta época – a primeira metade dos anos 90), ao contrário da norte-americana, em que houve uma quebra nestas mesmas instâncias. Sendo assim, com essa volta, todos estão perdidos e queiram ou não, a molecada que está curtindo o verdadeiro Metal agora, que está montando banda e trabalhando na mídia e em selos, tem como background os nefastos Grunge e New Metal (ao contrário das bandas dos anos 80 que tinham um background Punk e as dos anos 90, que tinham um background Heavy mesmo). Assim sendo, o HCW é uma destas bandas que está perdida e ainda está se achando sobre como fazer o verdadeiro Metal. Uma banda simples e legal que pode dar bons frutos no futuro. Por enquanto, só. JCB – 6,5 |
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HEADLESS CROSS Burning Sanctuary Independente – imp. Nem precisa dizer que foi a música e álbum homônimos do Black Sabbath da era Tony Martin que batizou esta banda. Mas do mesmo jeito que a música e álbum do Dio Dream Evil, deu nome à banda homônima sueca de Power Metal, em que nada tem a ver com sua fonte batizatória, aqui é a mesma coisa. A banda é inglesa, mas também não rememora a NWOBHM. A banda na verdade, ainda está se achando, pois este Burning Sanctuary é apenas um disco regular, que serve como um cartão de visitas do que a banda pode mostrar no futuro. JCB – 6,5 davidsilver7@msn.com |
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PLACE VENDOME Place Vendome Frontiers – imp. Com certeza, a melhor banda por onde Michael Kiske passou depois de sua saída do Helloween. Se o próprio Helloween era Heavy Melódico, o Supared mais Alternativo e seu disco solo Kiske apenas de baladas, Place Vendome mistura o Power Metal com o Hard Rock. Sombrio, frio, melódico e melancólico, este CD apresenta grandes momentos, como Cross The Line, um puta Power Metal (sem ser Melódico, mas com melodia), a climática I Will Be Waiting, que relembra seus tempos de Helloween da fase Hard de Chamaleon, mais The Setting e a faixa homônima do disco e banda. Encerra com a meio Prog Sign Of The Times, mostrando um Kiske antenado com a cena européia atual, influenciado pelos seus influenciados, se é que você me entende. Até porque, se em alguns momentos o PV lembra o Pink Cream 69, se justifca pelas participações de Dennis Ward (B) e Kosta Zafiriou (D), ambos do PC69. JCB – 8,0 |
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JUGLANS REGIA Controluce Independente – imp. A banda italiana de nome esquisito seu ao seu full lenght fazendo um Bom Heavy Metal com muita influência de Prog e muito virtuosismo, lugar comum em seu país, a Itália. A banda canta em sua língua natal e apesar de poucas faixas (apenas seis) elas têm uma duração acima da média, e Il Vento tem quase doze minutos de duração, todas características do Rock Progressivo! Lembre-se que a Itália é um dos maiores mercados do Prog Rock e Prog Metal e tem muitas bandas neste estilo na velha bota (apesar de grande parte delas, como o Juglans Regia, terem apenas sucesso local). Além do que, era tradição neste tipo de música nos anos 70, as bandas cantarem em seus idiomas nativos (sem contar que quase todas as bandas italianas de quase todos os estilos de Rock e Metal têm influência do Prog em sua música – influência ou background). Fãs do gênero apreciem o JR! Ah, e agradeço pela banda colocar meu nome e o da ROCK UNDERGROUND na seção de agradecimentos, pela resenha feita por mim na edição #29 da RU do EP Prisma. Este tipo de coisa, não tem preço. JCB – 8,0 |
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DUNGEON Resurrection Limb Music – imp. A banda australiana que já teve até disco lançado no Brasil (A Rise To Power pela Hellion) chega com mais um bom disco, que na verdade, é uma regravação deste mesmo disco lançado em 99. Surgida quase na mesma época do Pegazuz (maior banda de Power Metal e que obteve algum sucesso no final dos anos 90, cuja banda teve até discos lançados pela Nuclear Blast, no auge da “Hammerfall Era”), a banda segue o mesmo caminho, com um Power Épico Melódico, denso, pesado e maçante. Sem destaques individuais. RS – 7,0 info@diversity-media.com gabe@diversity-media.com |
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GALLOGLASS Heavenseeker Limb Music – imp. Banda de Classic Melodic Epic Power Metal. Muito pomposa, mas não trás nada de novo, seguindo a linha de Stratovarius, Helloween, e algo de Prog Metal também. Como destaques, After Forever e Banished From Eternity, com uma orientação mais Folk, mais a faixa-título e Dawn Of A New Age, que são mais para o lado do Progressive Metal. Nada demais novamente, apesar de tamanha pompa. Mais uma daquelas enxurrada de bandas alemãs que infestaram a cena na segunda metade da década de 90. RS – 7,0 |
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GUN BARREL Bombard Your Soul Limb Music – imp. A banda alemã é meio bélica em seu nome, suas letras e músicas. Seu Power metal está mais direcionado para o tradicional dos anos 80 do que o Melódico dos anos 90. Eles já tiveram até disco lançado no Brasil, Power-Drive, via Rock Brigade Records. Bombard Your Soul vai bombardear são os seus ouvidos, com tamanho peso e virulência. E mais uma vez, um disco produzido por Piet Sielck, do Iron Savior, e o Gun Barrel soa mais uma vez também muito parecido com sua banda. Músicas como Dear Mr. Devil (excelente), The Fallen Ones e I’m Alive, mais a faixa-título valem o investimento em comprar Bombard Your Soul. RS – 8,0 |
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LOUDER THAN THE DRAGON Part 2 Limb Music – imp. Coletânea da gravadora Limb Music, uma das Mecca’s do Power Metal nos anos 90 na Europa, lança está coletânea em seu segundo volume. Vale citar as bandas e músicas aqui presentes, para que você possa conhecer mais sobre estas bandas não tão Underground’s assim, mas que ainda não atingiram oi topo da cena metálica mundial. As ainda desconhecidas por aqui Black Majesty com Silent Company, Casus Belli com I'm Your Master, Cryonic Temple com In Thy Power, Eternal Reign com Light The Light, Icycore com Watchdog & Virus, Godiva com Hellraiser, Olympos Mons com Seven Seas e Domain com The Great Rebellion, ao lado das já mais firmadas (para não dizer consagradas, pois ainda não são) Wizard com Fire And Blood, Pagan's Mind (esta, relagada aos profundos conhecedores do Prog Metal europeu) com Enigmatic Mission, Gun Barrel com Dear Mr. Devil (presente no Bombard Your Soul), Galloglass com Burden Of Grief (presente no Heavenseeker), mais as privilegiadas Dungeon com Resurrection (do homônimo) e The Power Within (One Step Beyond) e os italianos do Eldritch com Forbidden e Come To Life. RS – 8,5 |
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AUDIOVISION The Calling AOR Heaven – imp. Mais um pretenso super projeto de Metal Melódico. Desta feita, formada por duas feras, dois leões do estilo, Christian Rivel, vocalista do Narnia (que tem como mascote um leão) e Lars Chriss, guitarrista do Lions Share. Com tantos leoninos reunidos, temos um disco furioso e melodioso, que vai agradar em cheio aos fãs do estilo. Eles se esforçam para não se parecer com suas bandas de origem, e lembram o Masterplan, ou seja, Metal Melódico, com veias progressivas, virtuose e peso. Claro, de longe tem a maestria da banda de Grapow, Lande e Kusch, mas The Calling agrada e está acima da média. RS – 7,5 |
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DIVINEFIRE Glory Be Thy Name AOR Heaven – imp. Pois é, neste Glory Be Thy Name eles acertam a mão e fazem um bom disco de Power Metal Melódico com elementos Prog, Neo Classical e até algo de Hard Rock. Não trás nenhuma novidade, não acrescenta nada na cena, mas Glory Be Thy Name é um bom disco. Bem feito, redondo, bem produzido, bem tocado, músicas bem feitas (algumas baladas açucaradas, mas tudo bem), enfim, tudo como manda o figurino. Em se tratando de Rock pesado e Metal, tudo muito certinho não funciona, mas dentre as bandas do CDF Metal, o Divinefire é uma das que mais se destaca. RS – 8,0 |
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DIVINEFIRE Hero AOR Heaven – imp. Mais uma banda de Christian Rivel, vocalista do Narnia, e do agora Audiovision e agora mais ainda do Divinefire. Christian Rivel despirocou e quer dar uma de Glenn Hughes, Jorn lande, Tony Martin, cantando e ene projetos. De todos que ele participa, o Divinefire é o mais fraco, mas o mais interessante, pois é o que menos se parece que tudo o que ele já fez até hoje. Hero é fraco, mas Glory Be Thy Name é bem melhor, então leia abaixo um resultado melhor! RS – 6,5 |
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LEGS DIAMOND Diamonds And Forever AOR Heaven – imp. Nome esquisito esse hein? Esta coletânea trás o melhor do que foi feito por Rick Sandford e Michael Prince. Sao quinze faixas best of, com duas músicas novas. De Diamonds And Forever, se destacam Stage Fright, Rat Race, Woman, Fugitive, Out On Bail, Rock Doctor, Town B, etc. Confira. RS – 8,0 |
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MAJESTIC VANGUARD Beyond The Moon AOR Heaven – imp. Depois do boom do Hammerfall, várias bandas tem surgido na Suécia ostentando o Power Metal e o Metal Melódico, mostrando que não é só de Black Metal nem do Death Metal de Gotemburgo que vive o país Viking. O Majestic Vanguard é uma banda nova e combina o Metal Melódico com riffs poderosos, partes épicas (de arrepiar) com teclados, toques Progessivos e a sujeira do Hard Rock. Fãs de Masterplan, Freedom Call e Narnia podem conferir sem medo o MV. RS – 7,5 |
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FLAGSHIP Maiden Voyage AOR Heaven – imp. Christian Rivel está impossível! Mais uma banda com sua participação (e o engraçado que todas elas são do mesmo selo, a AOR Heaven, que, pouco tem de AOR em seu cast). Fora o Narnia, que é a maior e mais conhecida delas, as demais são bem mais Underground. Divinefire, Audiovision e agora o Flagship, que conta também com o comparsa do Narnia, Linus Kãse. Aqui, apesar de Heavy, é o mais Prog de todos e tem a participação especial do ex-guitarrista do Kansas, Kerry Livgren. Maiden Voyage tem muito de sinfonia. RS – 7,0 |
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SHINING STAR Enter Eternity Nightmare – imp. Banda de Power Metal que conta com os vocais do talentoso Lance King, ex-Balance Of Power. As faixas são Nightmare, Insanity, From Now On, Dangerous Game, Insomnia, Never Too Late, Just A Man, No More, Lady Of the Night e Travel Through Time. Fãs deste tipo de música e de Balance Of Power, vale a pena checar, mas nao espera nada comparado ao grande BOP, apenas um bom disco. RS – 7,0 |