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RU – Como a banda foi formada?
Bem, a ideia de montar a banda surgiu em 2007, ano no qual chegamos a fazer algumas reuniões, mas sem pretensão em fazer músicas autorais e tendo um tempo disponível muito reduzido, a ideia foi deixada em hibernação. Só em 2011, apenas como um mero hobby começamos de fato a encarar a jornada de ensaios aos finais de semana e interpretar músicas de bandas como: Judas Priest, Accept, Saxon, Grave Digger, Dio, Ozzy etc. Nesse mesmo ano, o guitarrista Eduardo Barbosa foi convidado a fazer parte da banda, dando mais corpo e engajamento ao trabalho.
No início de 2012 a banda foi convidada, em quatro ocasiões, a se apresentar em pequenos bares da cidade, havendo assim a necessidade de se adotar um nome. Deste modo, foi escolhido o nome provisório Metal Rising. Já em meados de julho de 2012, a banda sentiu a necessidade de compor suas próprias músicas e, diante da nova proposta musical, de mudar novamente o nome, sendo escolhido o nome VINCULUM. Como já havia certo entrosamento entre os integrantes, rapidamente surgiram cinco composições autorais e a iniciativa de gravação de um EP contendo os cinco registros.
(Trecho de entrevista concedida ao Blog Toca do Shark, 2014).
NE: entrevista fornecida e autorizada pela própria banda.

RU – Fale dos trabalhos lançados.
A banda acaba de lançar um Ep contendo cinco registros, denominado Pássaro sem Domínio, lançado de forma independente. As letras retratam os conflitos e anseios dos dias atuais, que em outrora também era a proposta de bandas como Black Sabbath e Judas Priest. O existencialismo é um tema muito abordado em nossas letras, na qual questionamos a existência do ser humano e os males que ele causa no ambiente. Somos bastante influenciados pelas bandas britânicas e brasileiras das décadas de 70 e 80.

RU – Fale da cena de sua cidade.
O cenário artístico em nossa cidade, no que se refere a música pesada, é mais voltado a vertentes mais extremas do Metal, como Death e Black Metal. Fomos a primeira banda de Heavy Metal nesses moldes, que efetivamente chegou a registrar algum material. Aliado a isso, apenas um bar da cidade aposta em shows de Metal, o que torna as apresentações de bandas e reuniões entre os bangers, algo bastante esporádico.

RU – Fale sobre planos no futuro.
Após o lançamento do Ep, estamos nos preparando para gravar um disco completo com músicas inéditas. Já temos três músicas encaminhadas e batalharemos muito para que mais um sonho seja concretizado.

RU – O final é seu!
Agradecemos a todos os Headbangers do Brasil pela receptividade para com o nosso som, e que sempre apóiem as bandas autorais, pois serão essas bandas que darão continuidade ao legado que foi feito em outrora. Longa vida ao Heavy Metal!!!!